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Desculpas

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Desculpe-me por tudo que já te causei, por toda dor, 

por toda lágrima. 
Agora eu entendo. Entendo que meu lugar é nas nuvens e você não sabe voar como eu. Agora eu entendo que vou ter que prosseguir sem você.
 Eu finalmente pude entender que a sua vida agora é com outro. Já não tem mais lugar para mim. Esse seu mundo já não me pertence mais. 
 O sol nasce no leste e no oeste morre depois, o nosso já chegou no oeste. Eu sei que meu tempo acabou, sei que você tentou algo e não deu. Eu ignorei, te feri, fui cruel. Desculpa por tudo. 
 Não vou esquecer o teu sorriso e nem da sua, muito menos da sua cara de alegria. Eu não vou me esquecer dos seus doces lábios e nem de seu corpo que sempre me envolveu num doce balanço. Eu queria esquecer a dor que causamos um ao outro, queria poder apagar todo esse remorso. 
 Algum dia, eu espero, seu coração já não estará mais tão gelado quanto o meu já foi um dia. Não te desejo isso. 
 Vamos apenas relembrar aquela nossa música. Ouvir ela várias vezes para que possamos recordar de todos os nossos momentos juntos. 
 Vamos relembrar a nossa Oração.



Teoria do caos

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Deste lado estou eu e aquele era você. Separados, eu acho, destruídos por conta de um romance.
 O que aconteceu?
 O meu mundo desabou em prantos, desorganizou os pensamentos. O meu universo se corroeu e estou morto, eu caí em lamentações árduas e sem sentidos.
 Nada mais é tão importante quanto era...
 Estou desistindo da vida e o meu testamento nem foi escrito.
 Lembranças e momentos não podem ser revividos, apenas pensados e lembrados.
 Sensações e emoções não voltam no tempo e foi esse o meu erro: querer voltar no tempo.
 Se desse, voltaria no tempo a pé e buscaria pelos girassóis azuis aos quais você me mandou.
 Pegaria todos os ingredientes e com eles formaria uma bela poção, mas não existe magia no lugar em que vivo.
 Procurei em todos os lugares enquanto caminhava sem rumo, bebendo meu café e ingerindo bolachas de água e sal.
 Um pouco de vinho para transparecer as coisas, me deixar vermelho e alegrar minha alma, esquentar o corpo e fazer-me dançar. Rodopiar em busca do que é belo e vulgar.
 Rodopiar em volta do mundo...
 Acordei nos teus abraços te mostrando todos os sonhos cristalinos que eu tive. Sonhos de cristal... Sonhos que se quebrariam em segundos, até mesmo momentos, sonhos que você deveria ter tido.
 Então, por favor, me dê um ou dois copos de veneno.
 Suplico-lhe, faça meu coração se entorpecer de tantas drogas.
 Me acorde no mais inesperado momento e diga-me que foi tudo um sonho qualquer que eu tive enquanto morria desgastado pela dor e insanidade que você pôde me proporcionar.
 Um caos ou dois, de que mais importa?


Agonia

terça-feira, 9 de outubro de 2012


É mais um daqueles estranhos momentos em que você sente como se tivesse perdido tudo, mas logo se lembra que o nada e o vazio existencial eram o seu “tudo”.
 Não é nada realmente nada normal perder nada. Não se há nada para perder...
 Mas é dentro do nada que encontramos todos os sentimentos, é nesse vazio que realmente existe que encontramos nossos verdadeiros valores. Mas que valores?
 Sair de casa no meio da madrugada apenas para pensar, olhar e observar toda a escuridão ao redor... Escuridão maldita.
 É dentro da escuridão que podemos ver quem somos mesmo. Quem sou?
 Às vezes me sinto totalmente perdido dentro de mim... Perdido nesse nevoeiro totalmente oculto... Um nevoeiro na escuridão.
 Apenas queria sobreviver a algo que nem vá existir, queria apenas sobreviver dentro de mim...
 Pois é... Sou um forasteiro dentro de mim, nem me conheço.
 Perdi os sentimentos de alguém verdadeiro, estraguei o mundo ao meu redor...
 Sou um forasteiro perdido nesse labirinto de sentimentos... Perdido e arrependido.
 Pergunto-me sempre “por onde eu estou andando?” Mas no fim a resposta é sempre a mesma: “não sei...”
 Nessa noite fria estamos um distante do outro... Perdi-me dentro de mim e essa maldita história nunca tem fim...
 A história em que ambos se machucam até a morte... Machucam-se sem misericórdia e sem arrependimento...
 Minha morte será a tua salvação...
 Logo eu daria meu futuro para você sobreviver?
 Daria minha vida para que a sua continuasse?


Vazio

terça-feira, 3 de julho de 2012


O mundo passa repleto de coisas diferentes. O universo conspira contra todos. As ruas ficam cheias de lágrimas. O pássaro observa.

Sozinho, num quarto escuro. Uma música suave, uma luz no fim do túnel.

Às vezes dá vontade de te procurar, saber como você está. Às vezes dá vontade de querer jogar todas as lembranças fora, mas fazer o que?

Seria legal ter notícias suas, te ver de novo, saber um pouco sobre como você está... Acho que eu me sentiria menos culpado, entende?

Mesmo que você queira alguém pra amar, desculpa, hoje não vou estar. Não vai dar... Eu aprendi a te ver apenas como uma pessoa, mais um que passou.

Estou calmo, ainda.

Estou tomando remédios por sua causa, isso está me fazendo ver o mundo melhor.

Deu vontade de falar: “Fica um pouco mais, por que sair? Ainda lembra-se de tudo? Que bom...” Não te impedi de sair, não te obriguei a entrar... Custava não me machucar tanto?

Quando sou eu quem me machuco, eu sei dos limites, sei até onde vou agüentar, mas quando são outras pessoas que machucam... A ferida entra da pior maneira, permanece ali, não seca, fica ao Sol, ardendo.

Ainda estou bem...

E de novo estou sem sentimentos, obrigado.


Sem ânimo

quinta-feira, 10 de maio de 2012


 Apenas parado, sem movimentos, calado. Observador com todos os que passavam e declarador de sentimentos imperfeitos. Era um amor de primeira hora. Estava tudo tão calmo, tão depressivo quanto podia ser. Vida infeliz. Apenas as frases, sentimentos obscuros, vontades de qualquer, alegria distinta e a procura do álcool perfeito. Nenhuma bebida saciava seus lábios, nada podia alegrar ele. Era um caos dentro de sentimentos inevitáveis, era a saudade que espancava ele, mas ele não queria admitir que fosse tudo realidade.
Tanta realidade pra se falar não é? Logo falar de uma deprimente. Era apenas mais uma.
À vontade distinguida através de seus pensamentos idiotas e que vontade era essa? Era realmente uma vontade qualquer, era uma desilusão amorosa que desfez tudo. Desfez tudo mesmo! Se qualquer pessoa podia fazer isso com ele, não sei, mas não era qualquer pessoa que fez. Foi a pessoa que ele mais amou, foi a pessoa que abandonou ele e deu um fim nisso tudo.
Apenas uma pessoa qualquer, parada, sem movimentos, calada. Observadora como todas as que passavam e declarava-se de sentimentos imperfeitos. Era um amor eterno e qualquer que podia ser sentido do outro lado do computador, mas era apenas mais um que queria iludir o outro. Apenas o fim da vida...
 Ele apenas escrevia, sem saber o que era, sem saber que era um diário...


Sentimentos isolados

domingo, 6 de maio de 2012


Deitado, caído, amargurado em seus próprios lamentos. Obsessivo, destruído e desmaiado em uma esquina qualquer. Enquanto tudo está seguindo um rumo, ele está deitado na chuva. Caminhando, rodando e ouve uma música qualquer.
 Naqueles sonhos mestiços e escurecidos, naquelas realidades sem vida e naquele mundo atual. Tudo não passava de um engano. Tudo estava misturado em grandes confusões, as balas perdidas perfuravam as mentes alheias e alienadas, um ser vivo morto por ali na esquina, os policiais querendo justiça enquanto nada era realmente justo.
 No que nos tornamos?
 Por que essas perguntas voam em minha mente?
 Estou morrendo tão cedo?