Deitado,
caído, amargurado em seus próprios lamentos. Obsessivo, destruído e desmaiado
em uma esquina qualquer. Enquanto tudo está seguindo um rumo, ele está deitado
na chuva. Caminhando, rodando e ouve uma música qualquer.
Naqueles sonhos mestiços e escurecidos,
naquelas realidades sem vida e naquele mundo atual. Tudo não passava de um
engano. Tudo estava misturado em grandes confusões, as balas perdidas
perfuravam as mentes alheias e alienadas, um ser vivo morto por ali na esquina,
os policiais querendo justiça enquanto nada era realmente justo.
No que nos tornamos?
Por que
essas perguntas voam em minha mente?
Estou
morrendo tão cedo?


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