A verdade

terça-feira, 22 de janeiro de 2013


Sutileza surreal mastigada em pequenos fragmentos de sucesso.
 Um mundo carnívoro que não se importa com o seu desejo e sim com a sua alma.
 Talvez uns três copos de vinho para amenizar a sua dor e depois dois copos de veneno para te lembrar que um dia esteve vivo.
 Apenas um mundo verdadeiro no qual possamos viver sem nos preocupar com tudo isso.
 Tolices e crendices sem fundamentos e um mundo covarde de sua própria verdade.
 Apenas um universo paralelo ao que estamos acostumados. Um universo no qual existem pessoas que querem o verdadeiro bem sem pensar no futuro.
 Um universo que deseja que o mundo nos converta.
 Um verdadeiro paralelo e um eixo que demonstre a verdadeira sutileza das coisas.
 Apenas declarei morte aos deuses para que eles pudessem entender que a realeza das coisas são verdadeiras e que mais nada no mundo poderá me destruir.
 Tornei-me meu próprio deus.