Mostrando postagens com marcador Verdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Verdade. Mostrar todas as postagens
O vazio
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Parece até mentira
que isso tudo tenha se desfeito da
forma que aconteceu. Mentiras
aleatórias em momentos de dúvidas, uma realidade paralela.
Sinto sua falta de
vez em quando. O frescor do seu perfume e a sua alegria.
Às vezes é
complicado explicar o que realmente nos atrai.
Será que o meu mal é
também o seu?
Ficamos tão
distantes um do outro… Ficamos longe de nós.
Ao menos estávamos
sempre juntos.
Eu preciso
alimentar a minha alma com mais doses de conhaque e umas vodcas para
aquecer o corpo.
Eu fico pensando em
você o dia inteiro, sinto falta do seu cheiro colado em mim.
Sinto muita falta
de você.
Quando podemos
voltar a ficar juntos?
Teoria do caos
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Deste
lado estou eu e aquele era você. Separados, eu acho, destruídos por conta de um
romance.
O que aconteceu?
O meu mundo desabou em prantos, desorganizou
os pensamentos. O meu universo se corroeu e estou morto, eu caí em lamentações
árduas e sem sentidos.
Nada mais é tão importante quanto era...
Estou desistindo da vida e o meu testamento nem
foi escrito.
Lembranças e momentos não podem ser revividos,
apenas pensados e lembrados.
Sensações e emoções não voltam no tempo e foi
esse o meu erro: querer voltar no tempo.
Se desse, voltaria no tempo a pé e buscaria pelos
girassóis azuis aos quais você me mandou.
Pegaria todos os ingredientes e com eles
formaria uma bela poção, mas não existe magia no lugar em que vivo.
Procurei em todos os lugares enquanto
caminhava sem rumo, bebendo meu café e ingerindo bolachas de água e sal.
Um pouco de vinho para transparecer as coisas,
me deixar vermelho e alegrar minha alma, esquentar o corpo e fazer-me dançar.
Rodopiar em busca do que é belo e vulgar.
Rodopiar em volta do mundo...
Acordei nos teus abraços te mostrando todos os
sonhos cristalinos que eu tive. Sonhos de cristal... Sonhos que se quebrariam
em segundos, até mesmo momentos, sonhos que você deveria ter tido.
Então, por favor, me dê um ou dois copos de
veneno.
Suplico-lhe, faça meu coração se entorpecer de
tantas drogas.
Me acorde no mais inesperado momento e diga-me
que foi tudo um sonho qualquer que eu tive enquanto morria desgastado pela dor
e insanidade que você pôde me proporcionar.
Um caos ou dois, de que mais importa?
Postado por
Victor Vaanbaske
às
06:12:00
0
comentários
Marcadores: Caos, Criatividade, Mudo, Nosso, Perfeição, Pesquisar, Realidade, Renovar, Saber, Sentimentos, Sociedade, Verdade
Agonia
terça-feira, 9 de outubro de 2012
É mais
um daqueles estranhos momentos em que você sente como se tivesse perdido tudo,
mas logo se lembra que o nada e o vazio existencial eram o seu “tudo”.
Não é nada realmente nada normal perder nada.
Não se há nada para perder...
Mas é dentro do nada que encontramos todos os
sentimentos, é nesse vazio que realmente existe que encontramos nossos
verdadeiros valores. Mas que valores?
Sair de casa no meio da madrugada apenas para
pensar, olhar e observar toda a escuridão ao redor... Escuridão maldita.
É dentro da escuridão que podemos ver quem
somos mesmo. Quem sou?
Às vezes me sinto totalmente perdido dentro de
mim... Perdido nesse nevoeiro totalmente oculto... Um nevoeiro na escuridão.
Apenas queria sobreviver a algo que nem vá
existir, queria apenas sobreviver dentro de mim...
Pois é... Sou um forasteiro dentro de mim, nem
me conheço.
Perdi os sentimentos de alguém verdadeiro,
estraguei o mundo ao meu redor...
Sou um forasteiro perdido nesse labirinto de
sentimentos... Perdido e arrependido.
Pergunto-me sempre “por onde eu estou andando?”
Mas no fim a resposta é sempre a mesma: “não sei...”
Nessa noite fria estamos um distante do
outro... Perdi-me dentro de mim e essa maldita história nunca tem fim...
A história em que ambos se machucam até a
morte... Machucam-se sem misericórdia e sem arrependimento...
Minha morte será a tua salvação...
Logo eu daria meu futuro para você sobreviver?
Daria minha vida para que a sua continuasse?
Questionamentos
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Voando, caindo, destruindo. Às vezes penso em você.
Chorando por dentro, seriamente frio por fora
e apenas ouvindo canções aleatórias enquanto sussurram em meus ouvidos o motivo
de toda essa existência.
Apenas sozinho com um monte de gente, apenas
voando dentro de meus pensamentos.
O açúcar passa por todo o meu corpo enquanto
questiono-me o motivo disso tudo acontecer.
Qual a minha missão?
Por que as vozes ecoam em minha mente?
Cadê o mundo em que eu aprendi a viver?
Onde você está nesse momento?
Para onde voamos quando vamos nessa infinidade
de seres?
Aquele campo em que dormíamos desapareceu e eu
apenas voei para outro lugar.
Qualquer lugar perdido, esquecido.
Suas rezas já não me atingem, sua vida já não
faz tanto sentido quanto eu esperava.
Já não ando pelo mesmo lugar, nada era como eu
imaginava.
Sorrisos falsos.
Natureza morta.
Capitalismo
quinta-feira, 17 de maio de 2012
As ruas todas sujas de sangue, o mar,
os rios, o oceano estão sem vida, às árvores só tem as folhas secas e o que
restou dos animais estão sendo criados em laboratórios.
Tem uma sombra negra rodeando todas as noites
as mentes das pessoas, doenças já não tem cura, a fome se tornou obrigatória e
a humanidade tem seu rosto deformado.
Ninguém mais pode andar pelas ruas, o Sol está
destruindo a pele do ser humano, a Lua não move mais os mares, os planetas
estão explodindo...
E então alguém, ironicamente, grita: “Seja
bem-vinda, Burguesia, ande pelas ruas mostrando seu dinheiro como fazia antes.”
Postado por
Victor Vaanbaske
às
16:31:00
0
comentários
Uma vida perdida
sábado, 12 de maio de 2012
Deitado
o dia inteiro, naquela cama que parecia não ter fim. Depressivo, angustiado e
sem vontades de ver a infinidade de oportunidades que o mundo iria me oferecer.
Orgulhoso demais para me render ao pecado, cego demais para ver os deuses rindo
da minha desgraça. Não era falta de forças, era falta de vontade.
Mais um morto, sem ter como renascer, apenas
mais um caído na esquina; bêbado e sem necessidades, menor de idade e se
drogando com tudo que via pela frente. Aqueles espíritos faziam parte de seu
passado, pobre alma, tendo alucinações a cada instante. Sua mão se desprendia
de seu coração, sua verdadeira face estava ocultada dentro de tantos
sentimentos... Era demais ver aquilo!
Postado por
Victor Vaanbaske
às
19:04:00
0
comentários
Assinar:
Postagens (Atom)





