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Capitalismo

quinta-feira, 17 de maio de 2012


 As ruas todas sujas de sangue, o mar, os rios, o oceano estão sem vida, às árvores só tem as folhas secas e o que restou dos animais estão sendo criados em laboratórios.
 Tem uma sombra negra rodeando todas as noites as mentes das pessoas, doenças já não tem cura, a fome se tornou obrigatória e a humanidade tem seu rosto deformado.
 Ninguém mais pode andar pelas ruas, o Sol está destruindo a pele do ser humano, a Lua não move mais os mares, os planetas estão explodindo...
 E então alguém, ironicamente, grita: “Seja bem-vinda, Burguesia, ande pelas ruas mostrando seu dinheiro como fazia antes.”


Os pensamentos de um bêbado

quinta-feira, 26 de abril de 2012


O mundo voa num universo tão adverso enquanto todo mundo tudo gira. O mundo enlouquece enquanto tudo isso está apenas vagando. O gato está feliz, o gato preto está perseguindo a minha mente. Tudo foge dos meus controles, eu sou perseguido por todo esse universo. Tudo misturado numa estranha ilusão em que eu te conheci, eu sei que tudo é real nesse mundo em que criamos. Eu sei que tudo mostra a realidade e demonstra os sentimentos verdadeiros.
 Os pássaros estão voando num tom alegre e divertido, tudo está mudando por todos os lados, o mundo está girando para as pessoas que não querem. Eu te vi morto, caído, na grama, te deixei lá com todos os seus amigos e fugi pra debaixo do meu universo. Eu morri por alguns segundos e não te vi no meu eterno paraíso. Te esqueci pra sempre.




Pensamentos

segunda-feira, 23 de abril de 2012


O mundo rabiscado. Entrelaçado nas veias do meu corpo, destruído e corrompido por todos os meus amores.

O universo mudo. Sem nenhum som para se ouvir, sem nada para se sentir. Apenas o frio que aquece o coração.

A criação morta. Nada realmente importa, não é? Se não importasse não estaríamos aqui.

A overdose. Nada mais sutil do que sentir o doce veneno sobrepondo todos os seus sentidos e acariciando todos os meus pensamentos.

A loucura. Nada tão incrível, eu diria. Ela é tão normal que eu sei que não pode fazer nada pra me derrubar, não agora.

Os sentimentos. São vazios, com certeza. Não tenho nada mais além do ódio e sofrimento.

O caderno. Foi apenas mais um caderno qualquer, com textos e frases, com meus últimos sentimentos colocados.

O livro. Os sentimentos mortos e corruptos de um ser tão extraordinário que o perdi. Não sei onde o livro está.

A caneta. A cor é preta, preta como meu coração. Esvazia todos os bimestres e eu ainda fico chateado com toda essa escuridão saindo.

As frases. Já se foram.

As fases. Todos temos, todos tememos, todos entendemos, mas na realidade nem existe. A fase da vida não é uma fase nem uma passagem, é uma idéia concreta.

O amor. No momento está sendo doloroso o suficiente pra fazer eu me embriagar só pra esquecer o mundo.

As dimensões. Sim, elas existem. O meu mundo é feito de dimensões estranhas e surreais que formam as minhas verdades.

Deus. Deixou-me em paz, finalmente.

Estudo. Nada mais do que uma forma de me perder e sair do mundo, me revoltar e ficar feliz.

Revolução. Só existe para as pessoas de verdade.

Sonhos. Pra mim são chamados de ilusões, eles não existem. Os verdadeiros sonhos fazem parte da paz.

Ilusões. São pequenos seres voadores que transmitem ideias e imaginam nossos sentimentos.

Mente. Nunca foi humana.

Saudades. É um ser vivo maligno que faz o coração doer todos os dias.

Músicas. Sentimentos das outras pessoas, ideias que não existem, verdades controladas e mídia capitalista.