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Descansar

terça-feira, 14 de junho de 2016

 Eu só quero dormir. Dormir pra sempre.

 Eu quero descansar, entrelaçar num eterno descanso.
Eu to cansado de ter que ser alguém, to cansado de tudo se 
basear em coisas banais. To cansado de viver.
Só quero encontrar a minha paz. A gente inventa amor e 
dor e nossos prazeres carnais, mas eu quero ir só. 
Quero descansar nessa escuridão sozinho.
Quero descer para o abismo, esquecer que o mundo existe. 
Só quero nunca mais existir.

Eu quero que você saiba, meu bem, te carrego sempre no meu coração.


Sorriso quebrado

domingo, 20 de maio de 2012


Uma doce música que me alegrava todos os dias, vários sentidos, vários dizeres. Uma realidade que me fazia chorar, um sentimento diferente de tudo que eu já tinha sentido.
 Uma lágrima que se tornou diária, sem sentido, sem palavras. Uma verdade que me fazia sorrir, um sentimento imaginário que você esgotou.
 Um sorriso que era colocado todos os dias, um rosto bonito, uma boca perfeita. Um corpo que eu jamais iria esquecer. Um corpo que sumiu.
 Você me fazia carinhos, aquecia meu corpo, aquecia meu coração. Fez um mundo bonito girar pra mim, mas... Tão distante.
 Você me olhava nos olhos, me fazia sorrir, me alegrava. Fez um universo se mover dentro de mim, fez um local perfeito...
 Uma janela fechada, um quarto bagunçado, deitado na cama. Sozinho. Não tenho mais ninguém, você se foi... Deixou-me, largou-me, sumiu do meu mundo.
 Meus planos... Minhas vontades, minhas escritas, a atenção que eu te dava. Não tinha porque reclamar. Eu te amei com todo o carinho.
 Estou quebrado, partido, corrompido, destruído. Virei mais um qualquer que passou por você.


Sem ânimo

quinta-feira, 10 de maio de 2012


 Apenas parado, sem movimentos, calado. Observador com todos os que passavam e declarador de sentimentos imperfeitos. Era um amor de primeira hora. Estava tudo tão calmo, tão depressivo quanto podia ser. Vida infeliz. Apenas as frases, sentimentos obscuros, vontades de qualquer, alegria distinta e a procura do álcool perfeito. Nenhuma bebida saciava seus lábios, nada podia alegrar ele. Era um caos dentro de sentimentos inevitáveis, era a saudade que espancava ele, mas ele não queria admitir que fosse tudo realidade.
Tanta realidade pra se falar não é? Logo falar de uma deprimente. Era apenas mais uma.
À vontade distinguida através de seus pensamentos idiotas e que vontade era essa? Era realmente uma vontade qualquer, era uma desilusão amorosa que desfez tudo. Desfez tudo mesmo! Se qualquer pessoa podia fazer isso com ele, não sei, mas não era qualquer pessoa que fez. Foi a pessoa que ele mais amou, foi a pessoa que abandonou ele e deu um fim nisso tudo.
Apenas uma pessoa qualquer, parada, sem movimentos, calada. Observadora como todas as que passavam e declarava-se de sentimentos imperfeitos. Era um amor eterno e qualquer que podia ser sentido do outro lado do computador, mas era apenas mais um que queria iludir o outro. Apenas o fim da vida...
 Ele apenas escrevia, sem saber o que era, sem saber que era um diário...