Não consigo viver afogado nesse mundo. Não consigo te imaginar com aquele outro lá, não consigo querer e não poder.
Eu que sou um caos iluminado, uma ditadura sem regras e sem moralidade. Eu to me perdendo em você...
Seu corpo e seu abraço, os mais quentes, acordado ou dormindo eu quero estar sempre do seu lado. E direto eu me pego rindo daquelas suas brincadeiras e nessa merda de vida eu já não aguento mais ficar sem você.
O meu coração desacelera o metabolismo de não mais querer viver, o meu coração parte em sua direção.
E eu me perco em seus beijos, em seus abraços, eu me perco em pensamentos vazios e sem fundamentos.
E nesse navio, navegando em qualquer maré, navegando sem rumo.
Eu busco meu tesouro, eu busco você em meus braços. Seus olhos castanhos que brilham ao ver as almas algemadas num mundo distinto, eu quero só você aqui! Não me interessa aqueles outros conhecidos, não me interessa o quanto eles são bonitos e você não.
Meu mundo resplandece em tudo o que eu mais desejo, meus sonos já se vão junto da minha fome e minha vontade de viver. Eu já me perdi, já não tenho mais um caos desornado balançando na minha cabeça, eu já não tenho mais aquela desilusão.
Eu só tenho a ilusão de querer te beijar.
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Navio
sexta-feira, 28 de março de 2014
Aniversário
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Olhos fechados, um leve sorriso. Careca, recém-nascido
naquele mundo. Lindo, gordinho, saudável.
Menos alguns anos de vida...
Já tinha crescido com cabelos loiros, olhos
tão escuros que detalhavam a sombra da morte. Alegre, simpático, não parava
quieto.
Menos alguns anos de vida...
Seus cabelos ficaram escuros. Sua visão já
começava embaçar um pouco. Meio gordinho, gostava de fazer piadas, muito
mais quieto que antes, já não era agitado.
Menos alguns anos de vida...
Começou a escrever com sete anos. Não parava
mais, adorava. Gostava de escrever sobre seres místicos, magia, tudo que se
podia imaginar.
Menos alguns anos de vida...
Deitava na chuva, caía na risada. Na sétima
série escrevia sobre mistérios. Gostava de rodar.
Menos alguns de vida...
Emagreceu muito. Parou de escrever. Observava
o tempo, cantava e dançava. Foi quando começou as aulas de balé. Logo mais
tarde começou com ginástica rítmica e street dance.
Menos alguns de vida...
Já ficava parado, gostava de ver as pessoas
correndo. O mundo era grande, os estudos também eram gigantescos. Repetiu a escola duas
vezes, cursando o segundo ano do ensino médio com dezoito.
Mais alguns de vida...
Voltou a ser uma criança.
Distante
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Dessa
vez eu não estava deitado, estava sentado na frente de um computador. Te
encontrei, nos encontramos, nos conhecemos
Foi tudo tão simples e uma garrafa de vinho
mudou tudo. Um vinho barato, qualquer um servia.
Dessa vez eu estou com o cigarro nas mãos,
ouvindo uma música que me lembra você. Queria te ver.
Nós somos de outros mundos, conhecemos outras
realidades, opiniões diferentes.
Nem nos vemos direito... Quem somos?
Te procurei nos meus sonhos, me questionei e
não te achei. As respostas nada me valiam.
Da outra vez estávamos juntos de novo, dentro
de um cinema. Acordei desse sonho, me vi junto a ti. Te encontrei finalmente,
não acha? Decidimos manter.
Da outra vez os dois estavam fumando, surreal
pra mim, não sabia que você também era assim. Demais pra pensar, demais pra
entender. E lá vai mais vinho... Mais uma vez bebendo junto a ti, entendendo e
compreendendo quem era você. Conversando com os amigos. E quando você se foi,
chorei um pouco, não queria te largar, não queria te deixar.
Um sorriso ou dois, os encontros começaram
mais freqüentes. Claro, com mais bebidas. Sempre os dois juntos, fumando aquele
cigarro negro de canela e da ultima vez foi o cigarro de menta. O meu favorito.
E pela ultima vez estamos aqui, eu na frente
do computador e você no celular. Conversando apenas, eu com o meu cigarro e
você com o seu trabalho. Ambos distantes, ambos juntos.
O que aconteceu dessa vez para os encontros
não se tornarem freqüentes?
Por que sumimos?
Aonde fomos?
Cadê você?
Vazio
terça-feira, 3 de julho de 2012
O
mundo passa repleto de coisas diferentes. O universo conspira contra todos. As
ruas ficam cheias de lágrimas. O pássaro observa.
Sozinho, num
quarto escuro. Uma música suave, uma luz no fim do túnel.
Às vezes dá
vontade de te procurar, saber como você está. Às vezes dá vontade de querer
jogar todas as lembranças fora, mas fazer o que?
Seria legal
ter notícias suas, te ver de novo, saber um pouco sobre como você está... Acho
que eu me sentiria menos culpado, entende?
Mesmo que
você queira alguém pra amar, desculpa, hoje não vou estar. Não vai dar... Eu
aprendi a te ver apenas como uma pessoa, mais um que passou.
Estou calmo,
ainda.
Estou
tomando remédios por sua causa, isso está me fazendo ver o mundo melhor.
Deu vontade
de falar: “Fica um pouco mais, por que sair? Ainda lembra-se de tudo? Que
bom...” Não te impedi de sair, não te obriguei a entrar... Custava não me
machucar tanto?
Quando sou
eu quem me machuco, eu sei dos limites, sei até onde vou agüentar, mas quando
são outras pessoas que machucam... A ferida entra da pior maneira, permanece
ali, não seca, fica ao Sol, ardendo.
Ainda estou
bem...
E de novo
estou sem sentimentos, obrigado.
Mas tudo bem...
terça-feira, 19 de junho de 2012
Perdido
nos traços, iludido nos abraços. Com falta de ar.
Hoje em dia,
as lágrimas escorrem, a verdade fala, o coração vibra. Não sei mais mentir e
esconder o que sinto.
Fiquei só,
perdido, calmo, sem graça. Não pude cumprir a ultima promessa. Prometi que
ficaria bem... Não fiquei e não estou.
Não existe
nada a meu redor, minha vida não tem mais sentido. Seus olhos verdes me feriram
tanto, perfuraram meu coração... Você entrou nos meus sentimentos. Obrigado por
ter dado uma esperança para o ser desumano que vivia dentro de mim.
Quem se
importa comigo? Quem me viu chorar?
A chuva me
lembra você, por causa do primeiro encontro que tivemos. Uma garoa fina,
sentados numa passarela, um observando o outro, um falando para o outro... Não
consigo ficar sem chorar quando chove. Não consigo me apaixonar...
Postado por
Victor Vaanbaske
às
12:25:00
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