Pesadelos de um qualquer
Pensamentos
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Victor Vaanbaske
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Marcadores: Compreender, Demorado, Desânimo, Dinheiro, Distantes, Dor, Entender, Infância, Lembranças, Meigo, Mudo, Mundo
Você
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Victor Vaanbaske
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A última promessa
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Desabafo de um qualquer
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A fuga
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Borboletas de uma natureza morta
As lágrimas que descem por todo o corpo,
misturando os sentimentos. O pecado que destrói e corrói tudo o que
sentimos, a realidade que jamais foi mostrada. O mundo virtual, aonde
finalmente veio à felicidade. É nele que encontramos as lástimas perdidas, os
amores derrotados, as crianças mortas e crucificadas por religiões quaisquer.
Está tudo saindo de dentro de mim, todas as lágrimas, como se fosse verdadeiro.
Eu sei que não é verdade. É o ódio ficando com meu corpo, é a raiva tomando
conta de meus pensamentos, é a sociedade que revela tudo o que ela tem.
Críticas, críticas e mais críticas, quando vamos parar de criticar e finalmente
agir? Quando vamos nos levantar dessa cadeira, desligar os monitores, desligar
os programadores e sair um pouco? Ver as borboletas voando no ar, sentir a
liberdade da vida... Isso nunca vai acontecer. Não existem mais borboletas, estão
mortas, a natureza já se foi... A chuva cai e lava nossas almas... Mas não
existe a chuva pura! A chuva ácida cai e corrompe nossos corações, destrói
nossos corpos e deixa somente a nossa alma exposta ao sol que acabou de surgir.
Aquele sol extremamente quente, aquele sol destrutivo que deixa as dores
piores. Almas feridas, feridas expostas. Estamos mortos,
caídos, destruídos, destronados. Já fomos muito mais humanos...
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Victor Vaanbaske
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Sonhos de um pássaro
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O som da vida
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A criadora
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O grito
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Nós
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Desejos, vontades e anseios.
Um livro aberto na mesa, uma caneta vermelha
qualquer jogada perto do livro e várias vontades. Talvez aquilo fosse a
verdadeira paz... Ou a solidão. Enquanto tenho devaneios e sonhos, enquanto eu
amo e odeio todas as pessoas que fizeram parte do meu passado, eu relembro de
cada momento. Que saudades de ser uma eterna criança, sem precisar me preocupar
com coisas chatas e bestas, sem entender e sem me preocupar com o que existe e
com o que nunca existirá, sem precisar entender todas as teorias feitas pelos
grandes da história... Que saudade... Mas foi por causa dessa solidão que tenho
que me fazer ser o que sou no momento em que a solidão que me conforta e o
silêncio é o único que me ouve nos momentos vagos. Bate tanta saudade daquela
alegria gigantesca, aquela vontade de se provar de que a imaginação era tão
real quanto tudo o que temos hoje em dia. Foi a solidão que me fez assim...
Enquanto me deito, só, na cama, tento imaginar alguém ao meu lado. Novamente me
sinto só... Sem ninguém ao lado, só com um livro de quase sessenta e oito anos
pra me ajudar. Só com os desejos de um sonhador qualquer, só com as vontades de
voar e sair gritando no meio da rua, de madrugada, só pra acordar os vizinhos,
mas nada disso acontecerá... Só tem a solidão pra me confortar e os desejos de
um mero sonhador qualquer, que nem ao menos consegue sustentar os desejos e as
vontades que tem. Sou apenas mais um voador, mais um iludido, mais um
sonhador...
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Victor Vaanbaske
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10:51:00
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Anjos...
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O fim...
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Victor Vaanbaske
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