Quando
criança, escutava todas aquelas cantigas, sem perceber que muitas delas falavam
de amor. Algumas de dormir, outras para sonhar, muitas delas somente se podia
parar para dançar. A imaginação criava, a risada soltava as crianças que se
divertiam com a maior alegria. Sem se importar com o presente que o futuro lhes
guardou...
Quando adolescente, vieram todos aqueles
pensamentos, aquelas dúvidas e as verdades não correspondentes. O som que nos deixava
o som que nos aguardava. Com suas músicas pesadas, com aquelas lhes faziam
chorar, o amor nada era capaz de mudar. Os sentimentos loucos, as músicas
falavam da verdade e da doutrina escondida.
Quando adulto, lhe começou a vida, correria e
sem tempo, algumas músicas em outras línguas já não o agradava mais, ele
gostava de refletir a verdade. As rosas que seus ídolos jogavam, enquanto os
reis cantavam, eram eternizado todo o amor e a festa não lhe acabavam.
Quando velho, nada te importava, queria voltar
no tempo e desfrutar das músicas que mais lhe agradava. Sem ritmo, ou fala,
apenas o som já lhe bastava. Os céus ficavam escuros e a luz lhe agradecia de
todo aquele bondoso som, tudo que lhe restava era cair em sua harmonia. O
desejo de voltar no tempo o agradava em tudo, até quem sabe, ele voltar e seus
gostos musicais novamente mudarem...


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