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Hércules

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Profecias do caos, adoração aos deuses, vivenciando um mundo novo. Eis que então todos temem ao mundo dos mortais e ambicionam o mundo dos imortais. Seus medos são seus fracassos, jovens.
 A luz que devia iluminar os céus acaba por iluminando os corações, os jovens caídos nas perdições de seres amaldiçoados pelas próprias mãos de seu criador. A luz que devia iluminar as almas agora está fraca. Fraca demais para continuar.
 O som da música fica solta por aí, rondando o mundo em seu eterno silêncio dos imortais, causa a total desgraça daqueles que temem o seu verdadeiro medo. Enquanto tentamos ser os próprios Hércules de nossas naturezas, fracos e vulneráveis.
 Não há mais caos, agora há luz. Porque aonde há vida, aqui, jaz o túmulo da morte.



Cálice!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016


Existia um mundo. O meu mundo. E ele já está em decadência. A luz já estava apagada nele, a escuridão dominava com todos os seus males.
Um cálice de sangue que transbordava na alma dos imortais, falando do quanto eram poderosos. Havia corrupção para todos os lados. Ninguém mais ouvia gritos.
E mesmo eu pedindo, o cálice chegava todos os dias mais perto de meus lábios.
A cerejeira estava morta.
Por mais que eu inventasse os meus pecados, por mais que eu gritasse por socorro, as portas estavam todas fechadas.
O silêncio era destruidor. Ele me matava por dentro.


Talvez o mundo não seja pequeno. Nem seja a vida um fato consumado. Quero inventar o meu próprio pecado. Quero morrer do meu próprio veneno. Quero perder de vez tua cabeça. Minha cabeça perder o teu juízo. Quero cheirar fumaça de óleo diesel. Me embriagar até que alguém me esqueça.” — Chico Buarque.