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Sushi

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Eu tentei. Te dei meu coração. Você deu lá as suas desculpas.
Nem sempre se encontra um amor tão perto.
Talvez seja melhor assim, vivemos uma vida de solteiro a dois.
Devolva meu coração, preciso dele.
Querido, já não dá mais. Meu corpo feminino e renegado, minha alma que foi destruída e toda essa dor que você já causou. Eu já não suporto mais isso.

Amor é só choradeira e horror a vida inteira, a beira da loucura. E a dor, e a dor, e a dor…  


É um mundo diferente agora

sexta-feira, 28 de março de 2014

Talvez não mais distante do quanto eu imaginava. Talvez não muito longe do que eu queria.
 Eu queria você, mas não posso né?
 Eu queria estar com você, em todos os momentos, lado a lado, morrendo ou vivendo, estando ou não, eu só queria você!
 É difícil isso?
 Sim, eu consigo te amar. E eu já to cansado disso tudo. Já to cansado de querer, querer, querer e não poder. To cansado de te ver com todos, menos comigo.
 E toda noite que eu deito pra dormir, eu não consigo. Eu quero, sim, quero muito, mas o sono me foge todas as noites.
E eu perco todo esse pacto imaginário, toda essa fonte de criação. E direto eu me pego rindo de tudo e todos os momentos que tivemos.
 E nessa existência chata pra caralho, eu te amo, o meu coração acelera ao te ver e eu só quero um abraço seu. Mesmo que o abraço dure por horas.
 E você sempre foi o meu amor... E eu perco a sanidade quando estou ao seu lado, só quero te fazer feliz e nada mais.
 E eu to num filme, um filme sem nenhum roteiro, sem nenhum diretor. Um filme que só eu sou capaz de terminar, de começar. 
 E no qual você é todo o meu amor, aquele tipo de pessoa que ignora e que quer, mas é impedido por qualquer motivo.
 Eu to sem direção, eu to andando sem saber pra onde ir.
 EU TO PERDIDO, eu to sem você, ajude-me.
 E toda essa existência chata pra caralho, é um saco de se aguentar. Eu te quero, eu preciso de você a cada momento.
 Como irei viver a partir de hoje?



Antes que chegue ao fim

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Que eu já nem sei como começar. Ou recomeçar. Ou tentar de novo, mas não sei.
Foi muito fácil começar tudo isso, mas muito difícil de chegar até aqui, entende?
Já não é mais gostar... Não é mesmo! É algo além de gostar, eu sei disso porque sou eu quem está sentindo.
Eu gosto de miojo, mas de você... É além... Muito além. Talvez fosse exatamente o que eu não esperava, talvez pela surpresa de conhecer alguém tão legal assim... Alguém que me entendesse e que está passando por coisas semelhantes a que eu já passei.
E eu quero cada vez mais isso... Esse vício que me alimenta e me consome. Essa coisa de não definir, essa dualidade de te querer e não poder tocar.
Tenho medo de dizer as coisas cedo demais, ou tarde demais ou no meio demais ou tudo numa coisa demais e te assustar. Talvez você nunca tenha sentido algo assim. Meu medo é você não entender...
Não é um GOSTAR DEMAIS. Eu Gosto Demais de gatos, tenho seis e durmo com eles também e tenho paciência com todos. É além disso...
Algo superior aos sentimentos que eu já tive e uma mistura de saudade com pitadas leve de amizade e um desejo súbito de querer só você. De desejar só você. De, mesmo olhar para outras pessoas, querer apenas e unicamente você. Apenas você. Só você pra me completar.
Não sei explicar se é amor- em menos de um mês, OMG, O QUE ACONTECEU COMIGO???- ou se é... Paixão, mas não é apenas gostar.
Mas o meu tudo é você. O meu desejo, a minha ansiedade, os meus sonhos, a minha falta de sono, a minha vontade de trabalhar para manter eu e você juntos e tudo isso misturado em fragmentos que se transformam em saudades de beijar essa boca maravilhosa, tão perfeita e doce...
É apenas vontade de ter só pra mim, de morar só comigo numa mesma casa, de querer só você juntinho no frio, de, mesmo no calor, ter você pra me aquecer ainda mais.
Não é só sexo, jamais foi. É desejo de você...


Conversas paralelas

sábado, 25 de agosto de 2012


Os dois estavam sentados em um trilho de trem. Ela, uma garota normal. Ele, um garoto qualquer.
- Eu queria ter uma bicicleta. – Disse a garota, que se chamava Marrie.
- Por que ter algo tão simples se pode ter o mundo? – Disse o garoto, que se chamava Argus.
- Porque uma bicicleta me levaria até você...
- Não há motivos para vir até mim.
- Vem morar comigo?
- Aonde?
- Aqui no meu coração. – E então ele levantou. Saiu. Sem rumo, andou por vários dias. Chorando, sem nem ao menos tentar entender.
- Tão fanático pelo amor que se esqueceu que ainda tinha alguém que lembrava dele...  – Dizia Marrie, observando as flores.
- Tão amorosa que se esqueceu que eu só queria ela... – Ele respondia em pensamentos altos, respondia para o ar.