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Ódio em duas gotas

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Fechando os olhos, reviro a cabeça. Meu mundo já amanhece bagunçado e tudo o que eu mais quero é voltar pra cama. Há algo de errado. Num mundo tão caótico tudo o que eu consigo imaginar é a morte daqueles que me desejam o mesmo... Só consigo expressar a raiva e as emoções que me atingem de uma forma tão distante.
 Se eu chorar, talvez eu até consiga te ver tão contente. Um pão com café pra tornar a noite, mas quem sabe eu nem queira isso tudo. Quem sabe eu só quero destruir o teu império?
 Vem pra mim, vem pra mim... Vem! Corre, corre ao meu chamado, venha. Rápido. Sem querer, tropece nas suas pedras, tropece nos órgãos que você arrancou de seus inimigos. Vem, vem pra mim. To te esperando aqui, sem armas, só com meus punhos prontos pra arrebentar a sua cara.
 Um ódio ou dois, quem se importa?


Desejo e vontade

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Meu olho tá pesado e a minha respiração tá fraca. Tenho vontade de vomitar.

 Minha cabeça gira em torno de todas aquelas memórias e meu estômago se revira a cada vez que penso em você.
 O sexo era bom, mas só isso. Só a gozada já me fazia feliz e nada mais.
 A saudade que sinto de você é, na verdade, apenas do prazer carnal. Já deu né? Vamos ser realistas, nada disso deu certo.
 Já to cansado desse sangue escorrendo dentro do meu vazio, já to passando mal. Perdi muito. Perdi tudo. Perdi você.
 E por mais que eu ainda queira sentir o seu corpo junto ao meu, tudo isso em tudo aquilo, por mais que eu deseje, a minha moral me impede.
 Eu ainda sou ético.
 E eu ainda te odeio.