Mostrando postagens com marcador Balada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Balada. Mostrar todas as postagens

Dois mundos

quarta-feira, 7 de março de 2018

 Não é justo ficar desse jeito... O dia todo te esperando. Eu posso ser uma pessoa bem imbecil, posso ser cabeça dura e tudo mais que for de ruim.
 Eu posso entender que você não me quer e que não fui feito pra você, não mais. Até mesmo porque você já está vivendo outras vidas, nas vidas de outros, enquanto eu fico aqui em paz só com a minha vida. Nada disso fará a gente voltar.
 Eu posso entender que o mundo gira num eixo tresloucado de centro e oitenta graus térmicos centígrados e que os pássaros voam na contramão e de cabeça pra baixo.
 Eu compreendo a cada dia que passa que o seu universo está distante do meu, que tudo o que se passa na sua vida agora é tão diferente do que já foi.
 Eu posso ver o pleonasmo de todas as palavras que sobem pra cima e descem pra baixo e fazer reviravoltas no mundo todo e que causam uma distorção temporal na linha do tempo.
 Mas nada disso fará a gente voltar, porque as nossas regras são diferentes. As leis do seu mundo são opostas as minhas, tudo o que fez e faz é diferente do que sou capaz.
 E agora é só aceitar que o meu mundo estão tão imensamente colorido e o seu está tão imensamente grande que um já não cabe mais no outro porque estamos diferentes, mas tão diferentes que nada disso fará sentido.
 A não ser pra você e pra mim.


Distância

domingo, 20 de agosto de 2017

Palavras contidas em pequenas doses de saudades. Mergulhadas em um mar de verdades aleatórias misturadas com tristezas por não te ter ao meu lado.
 Um mundo grande e censurado com o qual não tenho opção de liberdade.
 Não posso dar ao mundo a minha verdade, nem mesmo demonstrar a minha saudade por você. E eu que pensava que o mundo era feliz, mas nada me mostrou que a felicidade é ao seu lado.
 Penso que, na verdade, tudo isso seja uma pura ilusão e que acordaremos para ver como tá tudo errado.
 Queria poder te beijar, mas você está tão distante de eu.
 A verdade e a vertente da realidade estão sobrepondo um mundo no qual dormimos... E porque nem mesmo nossos sentimentos são reais, é tudo psicológico.
E o meu psicológico diz o quanto eu te amo.


A balada

terça-feira, 18 de julho de 2017

 Felicidade abundante. Movimentos repetitivos e aquela música louca que me deixou feliz. 
 Um som que vibrou minha mente, que acelerou meu coração. Aquele copo frágil de plástico com uma bebida estranha que você sabia que eu gostava demais.
 Um grito de felicidade que emanou de minha boca e saiu pelo meu corpo. Meu sorriso tímido naquela balada.
 Uma dose de uma bebida forte, que dessa vez eu escolhi sem dó, porque eu precisava demais. Lembrei de você, mas infelizmente a música tava muito mais alta que a minha mente então eu só rebolei a noite toda. Eu gritei. Eu dancei. Eu fui feliz.
 Não sabia que podia ser feliz sem você, mas eu fui. E pretendo continuar sendo. Porque o meu sorriso vale mais do que o seu corpo.