- Larissa

quarta-feira, 8 de junho de 2011


Quando você aprender que o amor não existe; que a paixão se acaba; que a vida é dura; que a dor não é tão forte quanto as lágrimas; que seu único amigo é o travesseiro; que quando uma pessoa vai embora é para ser lembrada; que a saudade é a loucura de sentimentos; que a felicidade não é prazer; que você pode seguir modinhas, mas sempre será o que você é; você pode ter "estilo próprio", mas sempre tentará agradar a todos; que você não é nada mais do que um peso para a Terra; que a opinião das pessoas te constrói, mas você não precisa e não pode ligar para elas; que as drogas trazem coisas; que amigos vão embora, mas nunca quiseram estar; que a amizade verdadeira em colégio não existe; que "My life as Liz" é para derrotados; emos de verdade não usam coloridos, mas sim preto; que você já tentou seguir modinha; que você sabe cantar Justin Bieber; que passar 24 horas no computador te acalma; que mentiras te construíram, e não podem ser reveladas; que dúvidas sobre as coisas te levam à dor; que masoquismo não existe; ASSIM VOCÊ APRENDERÁ A SER EU.





Reflexão


Um dia ensolarado, eu vi uma margarida. Fiquei observando a margarida e quando menos notei um cara havia pisado nela. E foi assim, sem querer, que a frase "Mate a vida (KILL THE LIFE)" entrou na minha vida e então o sentido de tudo se perdeu... "Mate a vida antes que a vida te mate". Se for analisar a frase ela não tem sentido, porém em se for analisá-la filosoficamente ela terá todos os sentidos que o universo pode proporcionar. Se a morte é tudo o que realmente mata e existe, se nós nos matarmos seriamos a nossa própria morte. Isso quer dizer que nós temos o dom da morte, usando essa lógica, imagine-se de capuz negro e foice andando por aí... Indo ao supermercado, ao trabalho, a escola, etc. O ser humano não tem medo, na realidade ele tem a verdadeira coragem de admitir o medo... Apesar de essa reflexão ser estranha, dá pra entender. Ela fez muito sentido, de um jeito louco, mas fez. O problema que o ser humano tem é em não aceitar a diversidade na sociedade.



O psicólogo de Deus

quarta-feira, 1 de junho de 2011


O psicólogo de Deus:
- O que você sente?
- Dor...
- O que você sente?
- Dor...
- O que você sente?
- Dor, ódio, amor.
-Por que você sente?
- Porque o que eu criei, está me traindo. Dançando, procriando e me substituindo. Eu dei a eles apenas uma regra: Ser livre. Eles impõem regras para tudo, sendo que eles são livres. O pior de tudo é que eles se acham o máximo. Matam, roubam e destrói tudo o que vê pela frente. Eu os criei para que eles pudessem ver. Ver o que eu fiz por eles. A culpa é toda minha... Eu dei a liberdade e os deixei caminhar com os próprios pés. Agora, querem me destruir e colocar outro em meu "trono". Isso só acontece porque são todos "humanos".




A verdade?



Não sei por que eu olho, noto e vejo que nada é de verdade... Não sei se isso é loucura ou é apenas o mundo mudando a minha forma de pensar. Não sei o que sou só vejo o que não creio... Talvez seja esse o desejo de todos. Eu me vejo tão diferente de todos. Eu me vejo ser tão diferente daquelas pessoas que conheço. As vejo com bebidas e drogas e sinto vontade de gritar e fazê-las perceber o todo o mal que está agindo, mas não, eu paro e olho, muitas vezes eu penso em como a morte delas será dolorosa... Talvez tenha um psicopata dentro de mim. As músicas que tem letras tristes me fazem pensar na luz! A luz me deixa estranho... Talvez seja as descrenças, o medo que a sociedade impõe em mim... Se, talvez, a sociedade não fosse tão exigente eu, você, nós, o mundo não estaríamos presos em laços de cetim. Somos prisioneiros de nossas próprias atitudes, somos capitães de nossos próprios barcos, somos os escravos de nosso próprio trabalho.




As cinco caixas da vida...



Quando nascemos temos apenas um único propósito.  Quando saímos de dentro de um útero, ou até mesmo quando a ciência produz para nós uma criança, enfim, é quando tudo isso começa. Dentro da vida de cada ser humano, se formam cinco caixas. A primeira caixa se abre quando todos nós descobrimos que além da nossa família existem outras pessoas, quando a caixa se abre, descobre-se que existe mais uma caixa dentro dela... E entramos na segunda caixa, está caixa nos leva há ter dez anos, é aonde começamos a criar nossos próprios argumentos, onde começamos a ter a nossa opinião, onde tudo realmente começa... E a após um bom tempo a outra caixa se abre... Passando-se apenas oito anos e temos a terceira caixa aberta. É nela que a vida começa. Alguns abrem essa caixa aos 16/17 anos, mas mesmo assim a vida prossegue. Cursos, empregos, faculdades, etc. Passam-se anos, anos e anos e demoramos em abrir essa caixa. Finalmente! Abrimos a caixa quando temos apenas 50 e poucos anos. E ainda falta uma última caixa, mas mesmo assim todos conseguimos chegar até a 4°caixa. Em uma idade incerta abrimos a última caixa e nos tornamos livres, porém com a abertura dessa caixa vem alguém e lhe tranca em uma caixa grande, outra caixa... Não é uma simples caixa, é aonde seremos enterrados a sete palmos da terra. Seu corpo fica preso.
 O que isso tem haver com a morte? – Boa pergunta... Nós, a cada abertura de caixa, morremos e a cada caixa aberta, é trancado um de nossos corpos. Com isso nascemos, crescemos, aprendemos e somos obrigados e submetidos a tudo, para quê? Simplesmente para chegarmos até a quinta caixa e descobrirmos que existe um caixão. Como iremos abri-lo? Cada um abre do seu jeito, e quando eu conseguir a ultima caixa, lhe prometo, você será a primeira pessoa, dentre milhões, a descobrir como renasce...


A vida!?

Enquanto eu vejo o mundo de um jeito, as pessoas entendem de outro... Eu enxergo ódio, amor, a paz e a loucura. As pessoas grandes e inteligentes enxergam apenas a guerra. Eu vejo tudo colorido, vejo as pessoas se amando sem nenhum preconceito, eu ainda sou uma criança que não tem experiência... Ainda sou uma criança, sem conhecimento e sem entender nada. Talvez seja a sinceridade que todos procuramos que destrói o mundo. Nem sempre ser sincero ou falar coisas engraçadas acabaria com as guerras...  Eu vejo crenças e descrenças, vejo a paz envolvida em mortes e destruição, vejo sentimentos e deslealdade... Ainda assim eu continuo sendo uma criança sem conhecimento. Porque as pessoas precisam escutar uma música romântica para entenderem que amar significa algo bonito? Nem sempre as músicas românticas e fofas nos lembram o amor... Você se lembraria da guerra, morte, caos e destruição se eu escrevesse algo sobre o preconceito?  Não... Nós seres humanos somos tão cegos que nem notamos que ao ter um simples preconceito estamos criando guerras, matando sentimentos, modificando tudo e criando um caos e o pior... Estamos destruindo o conhecimento, destruindo as pessoas... Ainda com essa visão, sou apenas uma criança... Porque as crianças não têm preconceitos, não tem falsidade, só tem a verdadeira amizade... Talvez eu sempre seja uma criança...