Quando
você aprender que o amor não existe; que a paixão se acaba; que a vida é dura;
que a dor não é tão forte quanto as lágrimas; que seu único amigo é o
travesseiro; que quando uma pessoa vai embora é para ser lembrada; que a saudade é a
loucura de sentimentos; que a felicidade não é prazer; que você pode seguir
modinhas, mas sempre será o que você é; você pode ter "estilo
próprio", mas sempre tentará agradar a todos; que você não é nada mais do
que um peso para a Terra; que a opinião das pessoas te constrói, mas você não
precisa e não pode ligar para elas; que as drogas trazem coisas; que amigos vão
embora, mas nunca quiseram estar; que a amizade verdadeira em colégio não
existe; que "My life as Liz" é para derrotados; emos de verdade não
usam coloridos, mas sim preto; que você já tentou seguir modinha; que você sabe
cantar Justin Bieber; que passar 24 horas no computador te acalma; que mentiras
te construíram, e não podem ser reveladas; que dúvidas sobre as coisas te levam
à dor; que masoquismo não existe; ASSIM VOCÊ APRENDERÁ A SER EU.
Reflexão
Um dia
ensolarado, eu vi uma margarida. Fiquei observando a margarida e quando menos
notei um cara havia pisado nela. E foi assim, sem querer, que a frase
"Mate a vida (KILL THE LIFE)" entrou na minha vida e então o sentido
de tudo se perdeu... "Mate a vida antes que a vida te mate". Se for
analisar a frase ela não tem sentido, porém em se for analisá-la
filosoficamente ela terá todos os sentidos que o universo pode proporcionar. Se
a morte é tudo o que realmente mata e existe, se nós nos matarmos seriamos a
nossa própria morte. Isso quer dizer que nós temos o dom da morte, usando essa
lógica, imagine-se de capuz negro e foice andando por aí... Indo ao
supermercado, ao trabalho, a escola, etc. O ser humano não tem medo, na
realidade ele tem a verdadeira coragem de admitir o medo... Apesar de essa
reflexão ser estranha, dá pra entender. Ela fez muito sentido, de um jeito
louco, mas fez. O problema que o ser humano tem é em não aceitar a diversidade
na sociedade.
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Victor Vaanbaske
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14:27:00
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O psicólogo de Deus
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O
psicólogo de Deus:
- O que você
sente?
- Dor...
- O que você
sente?
- Dor...
- O que você
sente?
- Dor, ódio,
amor.
-Por que
você sente?
- Porque o
que eu criei, está me traindo. Dançando, procriando e me substituindo. Eu dei a
eles apenas uma regra: Ser livre. Eles impõem regras para tudo, sendo que eles
são livres. O pior de tudo é que eles se acham o máximo. Matam, roubam e
destrói tudo o que vê pela frente. Eu os criei para que eles pudessem ver. Ver
o que eu fiz por eles. A culpa é toda minha... Eu dei a liberdade e os deixei
caminhar com os próprios pés. Agora, querem me destruir e colocar outro em meu
"trono". Isso só acontece porque são todos "humanos".
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Victor Vaanbaske
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15:11:00
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A verdade?
Não
sei por que eu olho, noto e vejo que nada é de verdade... Não sei se isso é
loucura ou é apenas o mundo mudando a minha forma de pensar. Não sei o que sou
só vejo o que não creio... Talvez seja esse o desejo de todos. Eu me vejo tão
diferente de todos. Eu me vejo ser tão diferente daquelas pessoas que conheço.
As vejo com bebidas e drogas e sinto vontade de gritar e fazê-las perceber o
todo o mal que está agindo, mas não, eu paro e olho, muitas vezes eu penso em
como a morte delas será dolorosa... Talvez tenha um psicopata dentro de mim. As
músicas que tem letras tristes me fazem pensar na luz! A luz me deixa
estranho... Talvez seja as descrenças, o medo que a sociedade impõe em mim...
Se, talvez, a sociedade não fosse tão exigente eu, você, nós, o mundo não
estaríamos presos em laços de cetim. Somos prisioneiros de nossas próprias
atitudes, somos capitães de nossos próprios barcos, somos os escravos de nosso
próprio trabalho.
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Victor Vaanbaske
às
13:34:00
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As cinco caixas da vida...
Quando
nascemos temos apenas um único propósito.
Quando saímos de dentro de um útero, ou até mesmo quando a ciência
produz para nós uma criança, enfim, é quando tudo isso começa. Dentro da vida
de cada ser humano, se formam cinco caixas. A primeira caixa se abre quando
todos nós descobrimos que além da nossa família existem outras pessoas, quando
a caixa se abre, descobre-se que existe mais uma caixa dentro dela... E
entramos na segunda caixa, está caixa nos leva há ter dez anos, é aonde
começamos a criar nossos próprios argumentos, onde começamos a ter a nossa
opinião, onde tudo realmente começa... E a após um bom tempo a outra caixa se
abre... Passando-se apenas oito anos e temos a terceira caixa aberta. É nela
que a vida começa. Alguns abrem essa caixa aos 16/17 anos, mas mesmo assim a
vida prossegue. Cursos, empregos, faculdades, etc. Passam-se anos, anos e anos e
demoramos em abrir essa caixa. Finalmente! Abrimos a caixa quando temos apenas
50 e poucos anos. E ainda falta uma última caixa, mas mesmo assim todos
conseguimos chegar até a 4°caixa. Em uma idade incerta abrimos a última caixa e
nos tornamos livres, porém com a abertura dessa caixa vem alguém e lhe tranca
em uma caixa grande, outra caixa... Não é uma simples caixa, é aonde seremos
enterrados a sete palmos da terra. Seu corpo fica preso.
O que isso tem haver com a morte? – Boa
pergunta... Nós, a cada abertura de caixa, morremos e a cada caixa aberta, é
trancado um de nossos corpos. Com isso nascemos, crescemos, aprendemos e somos
obrigados e submetidos a tudo, para quê? Simplesmente para chegarmos até a
quinta caixa e descobrirmos que existe um caixão. Como iremos abri-lo? Cada um
abre do seu jeito, e quando eu conseguir a ultima caixa, lhe prometo, você será
a primeira pessoa, dentre milhões, a descobrir como renasce...
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Victor Vaanbaske
às
12:44:00
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A vida!?
Enquanto eu vejo o mundo de um jeito, as pessoas entendem de outro... Eu enxergo ódio, amor, a paz e a loucura. As pessoas grandes e inteligentes enxergam apenas a guerra. Eu vejo tudo colorido, vejo as pessoas se amando sem nenhum preconceito, eu ainda sou uma criança que não tem experiência... Ainda sou uma criança, sem conhecimento e sem entender nada. Talvez seja a sinceridade que todos procuramos que destrói o mundo. Nem sempre ser sincero ou falar coisas engraçadas acabaria com as guerras... Eu vejo crenças e descrenças, vejo a paz envolvida em mortes e destruição, vejo sentimentos e deslealdade... Ainda assim eu continuo sendo uma criança sem conhecimento. Porque as pessoas precisam escutar uma música romântica para entenderem que amar significa algo bonito? Nem sempre as músicas românticas e fofas nos lembram o amor... Você se lembraria da guerra, morte, caos e destruição se eu escrevesse algo sobre o preconceito? Não... Nós seres humanos somos tão cegos que nem notamos que ao ter um simples preconceito estamos criando guerras, matando sentimentos, modificando tudo e criando um caos e o pior... Estamos destruindo o conhecimento, destruindo as pessoas... Ainda com essa visão, sou apenas uma criança... Porque as crianças não têm preconceitos, não tem falsidade, só tem a verdadeira amizade... Talvez eu sempre seja uma criança...
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Victor Vaanbaske
às
12:39:00
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